A gravidez é motivo de alegrias e muitas expectativas para muitas mulheres e seus companheiros. Após nove meses de gestação, a chegada do recém-nascido comove todos os familiares traz novo ânimo para o lar. Mas para algumas mulheres, o período pós-parto é marcado por muita tristeza, irritabilidade, sonolência e depressão. Esses podem ser sintomas específicos da chamada depressão pós-parto, uma doença psicológica que afeta mulheres de mulheres em todo o mundo e pode ter graves consequências, entre elas, o abandona da mãe em relação ao bebê.
A depressão pós-parto possui características muito semelhantes à depressão normal, portanto deve ser levada a sério pela família ao perceber que a mulher apresenta os mesmos sintomas. Nesse caso, o mais indicado é procurar um médico psiquiatra que dará todas as informações necessárias com relação a tratamentos, medicamentos e terapias. Fisicamente, sintomas como alterações gastroinstestinais, com ressecamento de boca, de intestino, dores de cabeça, insônias podem ser indícios de uma crise de depressão. Mas para ser considerada depressão pós-parto é preciso que ela ocorre até o sexto mês após o parto. Essa depressão é prolongada e normalmente necessita de medicamento e acompanhamento psiquiátrico para controlar.
Não existe um trabalho específico para prevenção de depressão pós-parto, mas o pré-natal, além de orientar a mãe e prevenir uma série de doenças e problemas com a mamãe e o bebê, também serve como prevenção de uma depressão pós-parto. Durante o pré-natal os médicos procuram dar segurança à mãe tanto em termos orgânicos como psicológicos. Fazendo com que a gravidez da paciente seja tranquila e com um grau de informação bastante relevante.